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"(...)A rodagem em palco que tiveram entretanto, aliada ao processo de composição que foram desenvolvendo, talvez ajude a explicar a consistência que os Feromona demonstram agora no álbum, cujo resultado é mais convincente do que apenas promissor.(...)O que à partida poderia ser só mais uma banda alicerçada na clássica combinação de guitarra, bateria e baixo revela capacidade em escapar a colagens fáceis e definir já um (micro-)universo próprio.(...)
[Uma Vida a Direito inscreve-se] entre os melhores discos nacionais do ano, confirmando os Feromona como uns dos mais confiáveis representantes do novo rock português." Gonçalo Sá em Sapo Notícias "(...)os Feromona rockam a sério e têm sentido pop apurado. Quando Psicologia chega ao refrão, temos a canção psicose do ano. (...)conseguem a proeza de nos conquistar pelo imaginário enquanto, no mesmo movimento, nos obrigam a libertar sem constrangimentos a air guitar que temos escondida no armário." Mário Lopes em Y (Público) 3.5 / 5 "(...)Feromona construíram um disco absorvente. Porque se percebem as letras - o sentido que faz, porque se sente a música, porque se entrelaçam as duas sem aborrecer, num embalo que se prolonga até ao último suspiro. Sem complicar. É o que é "Uma Vida a Direito", um elogio à não complicação, à simplicidade de recursos como meio de transição para um fim feliz. Sim, porque a música também pode ser uma coisa simples. Os Feromona são assim.(...)" "(...)Não os ouvir é passar ao lado de um episódio importante na história do Portugal musical de 2008." Nuno Galopim em sound + vision 3 / 5 "(...)Em "Uma Vida A Direito", há raiva, pecado, desilusão, arrependimento, revolta, sonhos desfeitos e finais trágicos, mas há também coragem, peito erguido, cabeça levantada e, principalmente, paixão e prazer. Tudo isto em 12 exímias canções." "(...)tornando o grupo num dos principais nomes do pop/rock português." Luís Filipe Rodrigues em DN Sábado 3 / 5
"(...)São canções de dor, desatino, relações em queda livre, corações amolgados. É Rock'n'roll romanesco que não entra em pieguices e prefere sintonizar-se naquilo que é verídico: as namoradas partem-nos as cabeças." Cristiano Pereira em Jornal de Notícias 7 / 10 |